terça-feira, 8 de novembro de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
tempos bons
Por
André Turtelli Poles
O senhorzinho de idade avançada olhou pela janela contemplando a paisagem. Havia acabado de amanhecer, o céu estourava de tão azul. O frio do inverno veio forte esse ano. Do jeito que ele gostava. Encheu a xícara com café preto, sem açúcar. Do jeito que ele gostava. Não entendia muito bem a passagem do tempo ou quanto tempo demorou pra ele chegar até onde ele estava. Não sabia dizer se o tempo era um caminho a percorrer, mas tinha a leve impressão de que era possível voltar pra trás, a gente só não sabia como ainda. Ele imaginava que o tempo seguia como uma linha de trem. E que pra ele tentar voltar ele teria que pelo menos parar um pouco. E foi o que ele fez. Colocou o café na mesa e parou. E voltou. Não era tão difícil quando ele imaginava.
Lá estava ele. Anos antes. Eram bons tempos, ele se lembrava. Jovem, com muita energia. Ele ouvia uma das músicas que o deixava arrepiado. E que ainda o deixava. Olhou para as pequenas coisas daquela época. Era tudo tão mágico. Tão único. A nostalgia bateu forte. Perguntou-se se havia feito tudo o que queria. E depois percebeu que não importava. Ele estava de volta no tempo. De relance reparou duas coisas. O inverno tinha vindo forte nesse ano. E o céu lá fora estava estourando de tão azul.
Olhou pra xícara de café e viu seu reflexo mudando do novo pro velho. Olhou pra fora e sorriu. Pegou mais um cafezinho e sentou na varanda.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
Os Trapézios de Bauru
Por
André Turtelli Poles
O ano era 2003, muitos acreditavam que era um ano emblemático para haver contato extraterrestre. Não houve relato que denunciava um contato um de fato, porém, no dia 17 de outubro três garotos afirmaram ter avistado objetos voadores não identificados no céu. Em volto a muitas dúvidas e incertezas nada pode ser provado naquele momento e o caso foi abafado, no entanto muitas coisas ficaram mal explicadas naquele dia. Seguem os relatos dos três rapazes, colhidos pela ABIN na manhã posterior ao incidente que ficou conhecido como “Os Trapézios de Bauru”.
D.M.B.S, 18 anos
A gente tava andando de boa ontem, tavamos conversando, voltando da casa do D., a gente sempre fez esse caminho . Aí estávamos virando a rua e o T. falou pra gente parar e olhar lá no céu, lá no horizonte. Atrás das nuvens... Fiquei embasbacado, sempre quis ver OVNIs, acho que até já tinha visto alguns, mas não tão bem quanto ontem.
A.T.P, 18 anos
Foi estranho, ontem o dia tava com um ar diferente, sabe? Parecia que tinha algo pra acontecer mesmo. Sempre morri de medo dessas coisas, mas ontem depois de ter visto aqueles pontinhos no céu me senti mais em paz. Eles tavam bem distantes, não conseguimos distingui-los logo, observamos muito tempo eles se mexendo bem devagarzinho quase imperceptivelmente, quando de repente veio aquele risco de fumaça no céu, acho que nós três levamos um susto naquele momento.
T.A.B.S, 17 anos
(chiado)..é, eu sei o que são, não adianta vocês falarem que não é não, eu sei sim! Eram dois UF(chiado) tá bom, tá bom, vou falar o que aconteceu exatamente, mas então vocês adm(chiado).
D.N.B.S, 18 anos
Eles passaram voando bem rápido, por um momento perdi de vista.
A.T.P, 18 anos
Segui com os olhos o rastro de fumaça meio que procurando algo. Engoli bem seco quando me deparei com aqueles dois enormes...
T.A.B.S, 17 anos
Trapézios. Eram dois enormes trapézios voando. Eles não pareciam com naves espaciais que a gente vê em filmes e coisas assim. Mas quem disse que precisa parecer? A tecnologia é diferente, vocês sabem dis(chiado) por(chiado) eu (chiado) (chiado) falei.
D.M.B.S, 18 anos
Fiquei olhando meio sem saber o que fazer, meio abobalhado, eram gigantescos mesmo.
A.T.P, 18 anos
E de repente... eles voaram, sumiram, não dá pra acreditar ainda. Eu senti por alguns momentos como se aqueles enormes trapézios tivessem olhando pra gente, encarando mesmo sabe?
T.A.B.S, 17 anos
Não tenho dúvida, sabe porque? Isso meu (chiado) e meu amigo não sabem, mas ontem a noite eu voltei lá, sozinho. Fiquei olhando pro céu de novo, procurando alguma coisa. Tava quase amanhecendo quando, do nada, tinha novamente um trapézio no céu. No escuro dava pra entende-lo melhor, feito basicamente de luz. Muito bonito. Perguntei o que era aquilo e veio uma luz direcionada na frente dos meus pés. Quando a luz apagou, no lugar tava essa correntinha de prata que brilhava no escuro. Perguntei se era radiação e eles me responderam pela mente que não. Guardei com cuidado e agradeci.
D.M.B.S, 18 anos
O T.? Não, não acho que ele dormiu a noite toda, pelo menos ele acordou bem depois da gente, no outro quarto.
A.T.P, 18 anos
Sei lá, acho que pode ser que sim ou pode ser que não.
T.A.B.S, 17 anos
Amanheceu. Eles foram embora e eu fiquei ali olhando e pensando o que tinha acabado de acontecer. Voltei pra casa do A. e deitei na cama do outro quarto. Tava sozinho. Mas sabia que nós não estávamos mais.
sexta-feira, 11 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
com mil raios e trovões
Por
André Turtelli Poles
Seis da tarde. O Sol estava dizendo adeus mais uma vez. Por séculos pensaram que ele era muitos e não só um. Acreditavam que ele descia até se apagar no mar, e no dia seguinte um novo Sol nascia para iluminar as terras. Já acreditaram em muita coisa nesse mundo. Afinal de contas, se ninguém acreditasse que o mundo existe, será que ele existiria?
- É, parece que vai chover
Disse, com um tom irônico, o homem de terno preto impecável que parou ao lado do sujeito de chinelos. Enquanto ajeitava seus longos cabelos prateados (desses que só a idade atribui), prosseguiu:
- E parece tempestade. Das bravas.
O leve sorriso veio naturalmente e mutuamente. O sujeito de chinelo se levantou, depositou seu chapéu também de palha cuidadosamente na areia fofa e deu um abraço firme no homem de terno.
- Eu nem acredito... Minha nossa, faz... Quanto tempo? Parecem séculos!
O sujeito entrega a caneca de barro com o chocolate fumegante. O homem de terno engole de uma vez, sem sequer assoprar.
-Ah... bem melhor, está bom sim.
Ao longe eles enxergam essa mulher com um casaco de camurça ocre, de pelúcia branca e longa em volta do pescoço, seus olhos negros, puxados e enormes ornavam lindamente com seu longo cabelo azul profundo. Ela caminhava com leveza e escondia um sorriso ao reconhecê-los. Os dois já não escondiam mais nada, levantaram logo a espera de cumprimenta-la. O homem de terno é o primeiro a cortejá-la.
- Kadlu. Você veio mesmo. Uma linda surpresa. (e beija sua mão)
E se dirige ao sujeito de chinelos, o qual a recebe igualmente com um beijo na mão.
- Bom revê-la, querida, bom revê-la...
A voz pesada veio de trás e surpreendeu. O rapaz loiro de rabo de cavalo estende a mão esquerda para cumprimentar o homem de terno.
- Como vai, velho amigo?
A conversa foi interrompida por um clarão e um estrondo. Um trovão. Um relâmpago. Eles se entre olharam, estavam acostumados a isso. E se perguntaram o que estava acontecendo, se havia sido algum deles. A reposta veio logo, em meio a areia levantada pelo lampejo, podia se ver uma silhueta.
- (tosse) Cheguei a tempo? (perguntou a figura ainda misteriosa)
E estavam lá reunidos, enfim, os Deuses do Trovão, ao menos alguns deles. Olhando de longe pareciam seres humanos normais. Mas se ficasse mais de perto dava pra sentir a estática estalando no ar, parecia que a cada palavra que saia da boca de qualquer um deles o vento se mexia de um jeito único. As nuvens pareciam escurecer e clarear a cada pequena risada gargalhada pelo grupo.
- Bom, muito bem Tlaloc (disse Zeus), o que faremos aqui, eu adoraria pod...
Kadlu se referia as incontáveis esferas gigantescas que estavam sendo puxadas com a maré, dum tom alaranjado escuro, boiando em direção a areia.
- É por isso que estamos aqui, Kadlu.
E os deuses desfizeram os sóis. O que os outros não sabiam, é que de cada fragmento ali separado era feito uma dessas que chamamos de estrela do mar.
- Crenças nunca morrem, amigos. Vocês já deviam saber disso. Se um dia acreditaram que as estrelas repousavam no mar. Eles hão de estar certos.
O sujeito de chinelos de palha estava sentado na areia, longe o suficiente pra não se molhar com a água salgada, mas perto o bastante pra sentir a brisa úmida. O céu estava fechando, as nuvens escurecendo, o cinza se misturava com o roxo e rosa do crepúsculo e fazia um espetáculo belíssimo.
- É, parece que vai chover
Disse, com um tom irônico, o homem de terno preto impecável que parou ao lado do sujeito de chinelos. Enquanto ajeitava seus longos cabelos prateados (desses que só a idade atribui), prosseguiu:
- E parece tempestade. Das bravas.
O leve sorriso veio naturalmente e mutuamente. O sujeito de chinelo se levantou, depositou seu chapéu também de palha cuidadosamente na areia fofa e deu um abraço firme no homem de terno.
- Eu nem acredito... Minha nossa, faz... Quanto tempo? Parecem séculos!
- Hehehe... é amigo, acho que talvez até um pouco mais...
- Bom... por favor, sente-se, quer um pouco de chocolate? Não se faz mais como antigamente mas enfim...
- Ai, ai... (sentando no chão), olha acho que vou aceitar um gole, só pra tirar esse amargo de viagem da boca.
O sujeito entrega a caneca de barro com o chocolate fumegante. O homem de terno engole de uma vez, sem sequer assoprar.
-Ah... bem melhor, está bom sim.
- ...
- ...
- Bom..
- Você acha que vem mais alguém?
- ... e já não está vindo?
Ao longe eles enxergam essa mulher com um casaco de camurça ocre, de pelúcia branca e longa em volta do pescoço, seus olhos negros, puxados e enormes ornavam lindamente com seu longo cabelo azul profundo. Ela caminhava com leveza e escondia um sorriso ao reconhecê-los. Os dois já não escondiam mais nada, levantaram logo a espera de cumprimenta-la. O homem de terno é o primeiro a cortejá-la.
- Kadlu. Você veio mesmo. Uma linda surpresa. (e beija sua mão)
Uma risadinha tímida responde a cortesia.
- É bom te ver também...
- ...
- Tlaloc, querido...
E se dirige ao sujeito de chinelos, o qual a recebe igualmente com um beijo na mão.
- Bom revê-la, querida, bom revê-la...
O sorriso se abre e ela se volta ao homem de terno:
- E seu irmão? Não vem?
- Júpiter? Faz anos que não o vejo. A última notícia que eu tive dele é da recaída da depressão. Ele não conseguiu encarar muito bem as coisas.
- Todos nós passamos por isso. (lembrou Tlaloc) Ele realmente não conseguiu lidar muito bem.
- É...
- ...
- ...Bom, nem todos, na verdade.
A voz pesada veio de trás e surpreendeu. O rapaz loiro de rabo de cavalo estende a mão esquerda para cumprimentar o homem de terno.
- Como vai, velho amigo?
- Ora! O velho Thor! Bom poder recebê-lo com um sorriso no rosto, meu amigo. Bom saber que o “estrelismo” não subiu sua cabeça.
- Acredite, não é a mesma coisa... não quero reclamar, é claro que eu gosto. Mas é completamente diferente... Tlaloc, Kudla, como vão vocês?
A conversa foi interrompida por um clarão e um estrondo. Um trovão. Um relâmpago. Eles se entre olharam, estavam acostumados a isso. E se perguntaram o que estava acontecendo, se havia sido algum deles. A reposta veio logo, em meio a areia levantada pelo lampejo, podia se ver uma silhueta.
- (tosse) Cheguei a tempo? (perguntou a figura ainda misteriosa)
- ...Tupã?
- (tosse)(tosse) E quem mais seria?(tosse) Zeus já chegou. Ninguém mais faria uma entrada extravagante dessas. (tosse)
E estavam lá reunidos, enfim, os Deuses do Trovão, ao menos alguns deles. Olhando de longe pareciam seres humanos normais. Mas se ficasse mais de perto dava pra sentir a estática estalando no ar, parecia que a cada palavra que saia da boca de qualquer um deles o vento se mexia de um jeito único. As nuvens pareciam escurecer e clarear a cada pequena risada gargalhada pelo grupo.
- Bom, muito bem Tlaloc (disse Zeus), o que faremos aqui, eu adoraria pod...
- Um segundo Zeus, querido! O que seria aquilo ali?
Kadlu se referia as incontáveis esferas gigantescas que estavam sendo puxadas com a maré, dum tom alaranjado escuro, boiando em direção a areia.
- É por isso que estamos aqui, Kadlu.
- ...
- Há muito tempo atrás, os meus povos acreditavam que o Sol se punha e se apagava no mar. Acreditavam também que, se no dia que os Sóis postos voltassem com a maré, esse era o dia em que o mundo teria seu fim.
- Isso quer dizer que a Ragnarok... Não é possível, poi...
- É isso que viemos fazer Thor.
Tupã riu e um relâmpago estourou a primeira esfera.
- Acho que entendi, Tlaloc...
- Não é a primeira vez que isso acontece, mas eu sempre dei conta disso. Os sóis não devem chegar aqui. Não foi coincidência marcarmos essa reunião nesse dia. Gostaria que me ajudassem dessa vez.
- Mas Tlaloc, somos os deuses do Trovão, não já muita adrenalina em estourar pedras...
- Você precisa sempre fazer uma tempestade, Thor? Esses gibis te mudaram um bocado... Sempre há tempo de apreciar uma suave brisa.
E os deuses desfizeram os sóis. O que os outros não sabiam, é que de cada fragmento ali separado era feito uma dessas que chamamos de estrela do mar.
- Crenças nunca morrem, amigos. Vocês já deviam saber disso. Se um dia acreditaram que as estrelas repousavam no mar. Eles hão de estar certos.
E o dia amanheceu numa fina garoa de inverno.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
alguma coisa me fez acordar
Por
André Turtelli Poles
Esfriou de noite. Procurei a coberta e achei. Me cobri e me virei, o pensamento embaralhado de sono e frio. A TV que não estava ligada, ligou. Não entendi bem porque, mas procurei o controle na cama. Pensei que tivesse rolado pra cima dele ou algo do tipo... Senti o tremor e assustei. Havia me esquecido que o chão agora, tremia de vez em quando.
Os dias já não eram mais os mesmos... As noites, muito menos. Foi difícil de compreender, mas logo chegamos a um consenso de que não havia muito mais o que fazer, a não ser se acostumar com isso. E assim o fizemos. É impressionante o grau de assimilação do ser humano, digo, quando a primeira tartaruga se mexeu, parecia que o mundo ia acabar, a gente saia nas ruas e só via os olhos das pessoas abatidos, olhando sem prestar muita atenção. Aquela sensação horrível de não saber o que está pra acontecer e de não poder fazer absolutamente nada pra mudar. Imagino que tenha sido assim que as pessoas do 11 de setembro tenham se sentido ao ver o segundo avião chegando. Mas isso teve uma escala muito maior. E talvez um pavor menos imediato. Quero dizer, quando você vê um avião indo em direção a um prédio, você sabe o que esperar. Mas quando os geólogos descobrem que a série de pequenos tremores que estavam afetando a Europa e a Ásia continental, nada mais era do que os leves movimentos de uma espécie de tartaruga titânica que carrega o continente no seu casco, você não sabe ao certo o que sentir.
Admito que fiquei mais empolgado do que assustado. E que foi difícil esconder o sorriso quando as Américas e a África “acordaram” no intervalo de uma hora de diferença, em pleno primeiro dia do ano. Um ano novo com, definitivamente, vida nova. Estudiosos sugeriram o início de um novo calendário, “Antes do Despertar e Depois do Despertar”. Houve muita discussão, o Vaticano seguiu irredutível. A adoção do sistema novo foi bem dividida pelo mundo. A maioria dos países predominantemente católicos continuou contando da antiga forma. O Brasil seguiu contra a maré e adotou um sistema duplo.
A questão principal é que estamos convivendo bem com isso. Tirando a bola saindo da marca de pênalti de vez em quando, estamos conseguindo lidar muito. A Europa ficou até uns 15 metros mais próximos daqui, não que vá mudar algo no clima ou qualquer coisa, mas enfim... é mais uma pequena mudança trazida pelas tartarugas.
O fato é que eu acordei, e não foi pelo balanço das tartarugas, ao qual já me acostumei.
Apesar da grande maioria das pessoas estarem já habituadas a isso, o que prova a incrível capacidade de adaptação do ser humano, de que, apesar de termos medo do desconhecido, depois que isso passa a conviver conosco, logo nos acostumamos e não vemos mais como algo de outro mundo. Foi assim com a televisão, os telefones celulares, a internet e agora as tartarugas. (Surgiu inclusive uma religião baseada em louvar esses seres titânicos, que, por sua vez, nas crenças pagãs, foram identificadas em antigas escrituras como manifestações de Gaia quando o planeta mais se encontrasse em desequilíbrio).
O ponto principal é que havia um nicho que não se deu por “vencido” (como se estivéssemos perdendo alguma coisa). Que na verdade, eram um 5 ou 6 que não admitiam a existências de seres vivos, quiçá pensantes, mais poderosos e imponentes que eles. E foi esse nicho de 5 ou 6 que decidiu bombardear a Tartaruga Oceania com torpedos de fissão nuclear.
Eu sinceramente acho que nada vai acontecer com ela. E na verdade espero que não. Talvez sirva de lição pra esse nicho que não sabe lidar com tal mudança. Mas admito que se eles conseguirem realmente algum resultado, eu é que não vou saber lidar muito bem com essa.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
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